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CRÍTICA: Prick, Space On The Mile ✭✭✭
Publicado em
Por
pauldavies
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Paul T Davies comenta Prick, de Laurie Flanigan Heggie, no Space On The Mile, apresentado no âmbito do Edinburgh Fringe.
Prick
Space on the Mile, Edinburgh Fringe
3 Estrelas
Esta nova peça de Laurie Flanigan Heggie dá voz a quase 4000 pessoas injustamente acusadas nos julgamentos de bruxaria na Escócia, 84% das quais eram mulheres. Baseada em três mulheres que foram acusadas, esta produção da Universidade de Napier é bem pesquisada e encenada de forma económica e eficaz, mas é ligeiramente longa, com duas cenas desnecessárias, e há áreas que resultam de forma mais conseguida do que outras.
O elenco é bom, com dobragens eficazes, e funciona bem como equipa. David Clarkson é convincente como agricultor cuja esposa acaba acusada. Ewan Jardine destaca-se particularmente como o Rei Jaime, e as mulheres — Abigail McDonald, Lisa McIntyre e Carys Turner — formam uma forte irmandade. Lev Siegal oferece um alívio cómico sinistro e a peça é dirigida com fluidez por Maggie Greivell.
O recurso a uma abordagem moderna, de estilo televisivo, em algumas cenas é uma forma desajeitada de fornecer exposição e tira-nos do envolvimento em momentos que, de resto, são eficazes, e os corvos a circular tornam-se repetitivos. Ainda assim, conduz a uma cena final muito bem construída, que evidencia a misoginia e se torna dolorosamente акту(al) e pertinente.
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