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CRÍTICA: Dirty, Festival Fringe de Colchester ✭✭✭✭

Publicado em

Por

pauldavies

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Paul T Davies analisa Dirty, apresentado no âmbito do Colchester Fringe Festival.

Dirty Mercury Theatre, Colchester Fringe Festival, 19 de outubro de 2023 4 Estrelas Site do Colchester Fringe Festival Hoje, enquanto lê isto, há mulheres a trabalhar numa lavandaria comercial — exploradas, sem liberdade, a lutar para pagar dívidas enormes, sem passaporte, sem NI, sem qualquer fuga aos gang masters que as mantêm em cativeiro. Dirty conta a história de três delas, presas nesta realidade. A excelente peça de Han Morgan é um clássico texto de “panela de pressão”, com a tensão a crescer ao longo de toda a duração, interpretado por um elenco forte. Dawn é a recém-chegada, ainda com espírito e alguma luta dentro de si; Megan Sharman capta isto na perfeição, tal como o desespero da sua situação. A tentar criar a irmã mais nova, Erin — uma personagem fogosa — é interpretada com exuberante desafio por Eva Balding, que é seduzida a trabalhar com elas, pois detesta a escola e é alvo de bullying por ser pobre. A polaca Monika, a excelente Rebecca Brudner, trabalha acreditando que o seu salário está a ser enviado para os pais na Polónia; claro que não está. Sara Jane Derrick traz o tão necessário alívio cómico à peça como Tracy, uma fantasista cuja negação tem muitas camadas. A supervisioná-las a todas está Szef, num desempenho verdadeiramente arrepiante de Chris Smith, com a ameaça a entrar sempre em cena com ele. O encenador Richard Bland dá ao espetáculo um ritmo belíssimo, permitindo momentos para a peça respirar, ao mesmo tempo que vai intensificando a tensão. A dinâmica e a camaradagem entre as mulheres são extremamente convincentes, e a metáfora do urso e dos ratos é bem trabalhada, fazendo subir a tensão. Esta é a primeira produção da Little Vagabond, e espero mesmo ver mais desta companhia tão talentosa.

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