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QUINTA-FEIRA RETRÔ: Michael Quinn

Publicado em

Por

diadasarah

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Esta semana, no nosso Throwback Thursday, falamos com Michael Quinn, que transferiu alguns dos seus talentos de palco para a produção de teatro e eventos — e, mais recentemente, para o Godspell online.

Michael em Starlight Express, em Bochum 1) Qual foi o primeiro espetáculo que fizeste em criança e o que te levou ao mundo do teatro?

A primeira vez que atuei em palco para um público foi como John Darling em Peter Pan, no Hexagon Theatre, em 1993, para a E&B.

No ano anterior, em 1992, os meus pais levaram-me a ver a panto local, com Charlie Drake & Timmy Malet. Lembro-me de dizer ao meu pai, depois do espetáculo, que queria estar em cima do palco e que queria atuar para um público de panto — que parecia adorar teatro como mais ninguém. O público da panto é diferente de todos os outros, e nunca vou esquecer aquele momento em que pisei aquele palco pela primeira vez.

2) Tens levado o teu espetáculo, ‘Swing With The King’, em digressão pelo mundo inteiro. Qual é o teu palco/país preferido para atuar e porquê?

Criei o espetáculo para navios de cruzeiro e tive muita sorte por trabalhar com tantas companhias fantásticas. Os navios levaram-me a países incríveis — adoro viajar e ver o mundo — e acho que dois dos meus lugares preferidos que visitei com o espetáculo foram Perth & Singapura.

Dois sítios totalmente diferentes, cada um com imensas histórias e memórias.

O meu espaço preferido seria o teatro principal a bordo do Royal Princess (Princess Cruises). É enorme e dá mesmo a sensação de estar num palco do West End.

Michael e Claire Catini em Peter Pan no Hexagon Theatre, Reading 3) Qual é o teu processo todas as noites antes de entrares em palco?

Um duche longo, um bom aquecimento vocal e físico. Ouço os artistas originais das músicas que canto no espetáculo para me colocar no estado de espírito certo e para me inspirar. Mesmo antes de entrar em palco, faço questão de ver a banda e desejar-lhes um ótimo espetáculo; tiro um par de minutos para mim — e depois é hora do show.

4) Conta-nos uma das tuas melhores/mais engraçadas memórias em palco?

O momento mais engraçado tem de ser quando eu estava a bordo de um cruzeiro super premium da Seabourn e um grupo de senhoras — que vinham a todos os meus espetáculos — decidiu tratar-me como o Tom Jones e atirar-me cuecas no final do show. Não é, de todo, o comportamento habitual num navio daqueles! Eu ria-me às gargalhadas — foi, sem dúvida, tema de conversa no resto do cruzeiro entre os passageiros lol.

O meu melhor momento em palco tem de ter sido partilhar o palco do Piccadilly, no West End, com o Giles Terera, quando eu tinha apenas 22 anos, contracenando com ele em Jailhouse Rock. Era como uma masterclass todas as noites. Ninguém alguma vez me inspirou assim em palco.

5) Como tens mantido a criatividade durante o confinamento? O confinamento tem sido uma fase muito criativa na minha vida — comecei a dedicar-me à produção. Arranquei com uma nova empresa chamada Ginger Quiff Media, juntamente com o produtor Thomas Hopkins.

Já produzimos The Godspell 50th Anniversary Online Concert e uma belíssima peça de Martin Sherman chamada Rose, protagonizada por Maureen Lipman. Temos também cerca de 5 outros projetos em desenvolvimento que, esperamos, venham a ter grande sucesso nesta fase maluca que todos estamos a viver no mundo do teatro — o chamado “novo normal”.

6) Que três coisas encontramos sempre no teu camarim? Ex.: amuletos da sorte... coisas que te ajudam em palco... M&M’s azuis...

1 Uma fotografia da minha mulher, Patti, e do nosso menino, Presley.

2 Mel

3 Vinho do Porto

7) Qual é o teu álbum de elenco (cast album) preferido para ouvir neste momento?

Por acaso tenho ouvido bastante a gravação original do elenco de next to normal ultimamente — adoro o espetáculo e o elenco.

E também estou viciado no Ben Platt.

8) Se a tua vida fosse um musical, como se chamaria e porquê? A reinvenção de Quinn.

A razão é que estou sempre à procura de algo novo. Gosto de pensar em mim como uma árvore com raízes firmes e uma data de ramos.

Comecei, obviamente, como ator e tive muita sorte por integrar tantos espetáculos incríveis no West End e em digressão.

A minha grande paixão nos últimos 6 anos tem sido criar: a minha empresa, Michael Quinn Productions, é responsável por criar mais de 15 produções completas para teatros, concertos, eventos corporativos, navios de cruzeiro e eventos.

Adoro estar ocupado e, para completar, atirei-me de cabeça à função de produtor com a Ginger Quiff Media — e estou a adorar cada segundo.

Gosto da ideia de retribuir à indústria e, espero, apoiar atores com espetáculos para o futuro.

VISITA O SITE DO MICHAEL

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