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CRÍTICA: Zhooshy Cabaret, Colchester Arts Centre, Colchester Fringe ✭✭✭✭
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Por
pauldavies
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Paul T Davies critica o Zhooshy Cabaret no Colchester Fringe Festival.
Zhooshy Cabaret, Colchester Arts Centre, Colchester Fringe Festival — 4 estrelas Site do Colchester Fringe Festival O cabaré é uma parte essencial de qualquer Fringe Festival e, juntando isso a uma comunidade LGBTQ+ local forte e talentosa, tem tudo para ser uma noite de entretenimento fantástica. Em cena no bonito e atmosférico Colchester Arts Centre, o talento da casa apareceu em força! Apresentado pela inimitável Tracey Paper (Dan Dellar Thompson), e tendo ainda de lidar com a irmã disruptiva, Sugar Paper (Lisa Warnock), o espetáculo celebrou tudo o que é Pride, mas incluiu também uma sequência que destacou os protestos anti-LGBTQ e anti-drag aqui em Colchester — uma referência respeitosa à nossa história ao som de You Need To Calm Down, de Taylor Swift. Sirena Hart assegurou os vocais ao vivo, em particular uma versão deslumbrante de Purple Rain, e a lenda local Shar Cooterie (acompanhada por Adam Saiz Abo-Henriksen) interpretou duas canções do seu espetáculo de sucesso Swung Low. Kenzie Blackheart brilhou como Shania e veio de propósito de Basildon, reforçando o sabor local do festival! Foi uma celebração maravilhosa para pessoas queer, aliad@s e heterossexuais — verdadeiramente inclusiva — e uma montra perfeita do talento local!
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